Login:
Senha:
 
Bem vindo,   Sair
Página Inicial|Atendimento ao Cliente|Mapa do Site|Fale Conosco| Newsletter
Buscar:
O Instituto Brasileiro de Economia

O Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) foi criado em 1951. É a unidade da Fundação Getulio Vargas (FGV) que tem por missão pesquisar, analisar, produzir e disseminar estatísticas macroeconômicas e pesquisas econômicas aplicadas, de alta qualidade, que sejam relevantes para o aperfeiçoamento das políticas públicas ou da ação privada na economia brasileira, estimulando o desenvolvimento econômico e o bem-estar social do país.

Desde a sua criação, o IBRE desenvolve estudos sociais, pesquisas, análises e diversos indicadores baseados no levantamento de dados econômicos, financeiros e empresariais. Entre as estatísticas econômicas produzidas pelo IBRE destacam-se os índices de preço e os indicadores de tendências e ciclos de negócio, de ampla utilização por estudiosos, analistas da economia brasileira e gestores na esfera pública e privada.

Pesquisa Econômica Aplicada

Organizada em Centros de Estudos, a área de Pesquisa Econômica Aplicada reúne pesquisadores do mais alto nível, cujos trabalhos e atuação em congressos, eventos e seminários reforçam o posicionamento da FGV como “think tank” das questões econômicas e sociais do país.

Produção Estatística

Mensalmente, a partir dos seus 28 escritórios (15 postos avançados e 13 escritórios), situados em todas as capitais brasileiras, o IBRE capta cerca de 300 mil preços de produtos e serviços e dados de natureza econômica, de mais de 19 mil informantes em todo o país. Para isso possui um quadro permanente de profissionais especializados na aplicação de ciências econômicas e sociais e de métodos estatísticos.

São ofertados como bens públicos os indicadores e relatórios no nível mais sintético. No nível analítico e detalhado as informações são oferecidas como um serviço de banco de dados, acessado através de assinaturas (licenças de uso).

Consultoria

A experiência acumulada pelo IBRE na aplicação de pesquisas e apuração de indicadores disponibilizados ao grande público pode ser utilizada no desenvolvimento de pesquisas e indicadores customizados, para atendimento a necessidades específicas de entidades públicas e privadas, com benefícios significativos.

Para tal fim, o IBRE oferece consultoria aos clientes, compreendendo aplicação de pesquisas, estudos setoriais e projeções, suporte técnico para a especificação e uso de indicadores econômicos, além da produção regular de indicadores sob encomenda.

Publicações e eventos

Os trabalhos do IBRE são divulgados através da revista Conjuntura Econômica e da promoção e coordenação de eventos sobre as questões mais relevantes a cada momento no cenário econômico do país. 


O IBRE na Linha do Tempo

1940-19601960-19801980-20002000+
1940-1960. Nascida boletim, começa a circular em novembro de 1947 a revista Conjuntura Econômica editada pelo Núcleo de Economia, embrião do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getulio Vargas.
1947 | 
• Surge o slogan: "O petróleo é nosso".
• No governo do presidente Eurico Dutra o país esgota reservas de divisas (cerca de US$ 750 milhões) amealhadas durante a guerra. * Cruzeiro valorizado em relação ao dólar desestimula exportações e incentiva às importações.
• O Tribunal Superior Eleitoral cancela o registro eleitoral do Partido Comunista Brasileiro.
• Brasil rompe relações com a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).
• O surto de desenvolvimento econômico é chamado de “industrialização espontânea”.
• Nascida boletim, começa a circular em novembro a revista Conjuntura Econômica editada pelo Núcleo de Economia, embrião do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getulio Vargas.
• Criado o Índice Geral de Preços – IGP-DI, com cálculo retroativo a 1944.

1948 | 
• Criada a Organização dos Estados Americanos (OEA).
• Início da construção da Usina Hidrelétrica de Paulo Afonso, inaugurada em 1954, e da ampliação e pavimentação da Rodovia Presidente Dutra, a Rio-São Paulo, aberta ao tráfego em 1950.
• Fundado o Estado de Israel.
• Fundada em Santiago, no Chile, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), vinculada a ONU.
• Lançado o Plano Salte (das iniciais de saúde, alimentação, transporte e energia) para gerenciar os gastos públicos e os investimentos nos setores essenciais, primeiro ensaio de planejamento econômico.
• Comissão Técnica Mista Brasil-Estados Unidos, co-presidida pelo representante brasileiro Octavio Gouvêa de Bulhões e pelo americano John Abbink, para diagnosticar os problemas e propor reformas à economia brasileira.
• Promulgada pela ONU a Declaração Universal dos Direitos do Homem.
• PIB de 9,7% e inflação de 5,9%. 

1949 | 
• É criado o novo Índice do Custo de Vida, composto de 45 itens.
• Início do auto-financiamento nos serviços de eletricidade, telefone e gás.
• Proclamada a República Popular da China. Mao Tse-tung no poder.
• As exportações de café batem recordes, chegando a quase 20 milhões de sacas.
• PIB de 7,7% e inflação de 8,1%. 

1950 | 
• Em março é feita a primeira divulgação do Índice de Custo da Construção, com retroação a janeiro de 1945. 
• O índice do Custo da Construção Civil registra que a mão de obra operária quadruplicou no último decênio.
• Até 1949, o Índice Geral de Preços era calculado como média do Índice de Preços por Atacado e Índice do Custo de Vida do Rio de Janeiro, a partir desse ano passa a contar com mais um componente: o Índice de Custo da Construção no Rio de Janeiro.
• O Brasil tem 51,9 milhões de habitantes, dos quais dois terços vivem no campo.
• Entre 1945 e 1950, a capacidade instalada de geração de energia elétrica passou de 1.340 para 1.800 megawatts.
• Inaugurada a refinaria estatal de petróleo de Mataripe, na Bahia.
• Na eleição para presidente da República, Getúlio Vargas (PTB-PSP), com 48,7% dos votos, derrota o candidato da UDN, o brigadeiro Eduardo Gomes (29,7%), o do PSD, Cristiano Machado (21,4%), e o do PSB, João Mangabeira (0,2%).
• PIB de 6,8% e inflação de 12,4%. 

1951 | 
• Nasce o IBRE - Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas, com Eugenio Gudin na presidência e Octavio Gouvêa de Bulhões, vice. 
• Instituídas a Assessoria Econômica da Presidência da República e a Comissão de Desenvolvimento Industrial (CDI). 
• Fundada a Comunidade Européia do Carvão e do Aço (Ceca), embrião do Mercado Comum Europeu. 
• Encaminhado ao Congresso pelo governo o projeto de criação da Petrobras sem prever o monopólio estatal. 
• PIB de 4,9% e inflação de 12,3%. 

1952 | 
• Em fevereiro desse ano começam a ser publicados os índices paulistas. 
• O salário mínimo, volta a ser aumentado por Vargas: de Cr$ 380 para Cr$ 1.200. 
• Lançado o Plano de Reaparelhamento Econômico e um programa industrial com a formulação de várias políticas setoriais. 
• Nasce o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE) e o Instituto Brasileiro do Café (IBC). 
• Surge o Fundo Nacional de Eletrificação e é proposta a criação da Eletrobrás. 
• Limitadas a 10% do capital investido a remessa de lucros das empresas estrangeiras. 
• PIB de 7,3% e inflação de 12,7%. 

1953 | 
• O gaúcho João Goulart, o Jango, presidente do PTB e deputado, assume o Ministério do Trabalho e promete dobrar o salário mínimo.
• Oswaldo Aranha no Ministério da Fazenda, em lugar de Horácio Lafer, adota nova política cambial, comprimindo as importações e estimulando a produção interna.
• Criada a Petrobrás, detendo o monopólio da produção e da prospecção de petróleo.
• Surge a Carteira de Comércio Exterior (Cacex) do Banco do Brasil.
• PIB de 4,7% e inflação de 20,6%. 

1954 | 
• Jango pede demissão do Ministério do Trabalho.
• Inaugurada a refinaria de Cubatão (São Paulo), da Petrobras, e meses depois a de Manguinhos (RJ), da iniciativa privada.
• Vargas dobra o salário mínimo no dia 1º de Maio: de Cr$ 1.200 para Cr$ 2.400.
• O governo dos Estados Unidos boicota a importação do café brasileiro, diante da elevação do preço mínimo.
• Atentado contra o jornalista Lacerda praticado por pistoleiros contratados pela guarda pessoal do presidente, no qual morre o major Rubens Vaz, da Aeronáutica.
• É pedida por 30 generais, entre os quais Castello Branco, a renúncia de Vargas.
• Getúlio suicida-se com um tiro no coração no Palácio do Catete.
• Assume a presidência o vice Café Filho.
• Eugênio Gudin é nomeado ministro da Fazenda em fins de agosto. Corta despesas públicas e institui o desconto do imposto de renda na folha de pagamentos dos assalariados. Em setembro, para enfrentar a crise cambial, obtém empréstimos de US$ 200 milhões junto a 19 bancos americanos. Em outubro, limita o crédito.
• PIB de 7,8% e inflação de 25,8%. 

1955 | 
• O índice de preços por atacado que até então compreendia apenas 25 produtos, passa a ter 90 produtos incluídos.
• O PSD lança, em fevereiro, a candidatura à presidência de Juscelino Kubitschek que promete construir Brasília.
• Entra em operação a primeira grande usina hidrelétrica do Nordeste, a de Paulo Afonso, no Rio São Francisco.
• Gudin deixa o Ministério da Fazenda para José Maria Whitaker.
• Juscelino Kubitschek (PSD-PTB) é eleito presidente da República com cerca de três milhões de votos, derrotando o general Juarez Távora (UDN) que obtém 2,6 milhões. Jango, candidato na chapa de JK, elege-se vice com 3,6 milhões de votos — votava-se separadamente para os candidatos aos dois cargos.
• O general Henrique Teixeira Lott afasta o presidente da Câmara, Carlos Luz, que assumira a presidência da República no impedimento de Café Filho, alegando que este mantinha ligações com a corrente golpista liderada por Lacerda favorável a impedir a posse de JK por não ter alcançado maioria absoluta. Assume o presidente do Senado Nereu Ramos. Lacerda consegue asilo na embaixada de Cuba.
• PIB de 8,8% e inflação de 12,2%. 

1956 | 
• JK assume a presidência com discurso desenvolvimentista. Lança o Plano Nacional de Desenvolvimento, ou Programa de Metas, baseado na tolerância inflacionária, na intervenção estatal na economia, na captação de recursos externos e para atender os setores de alimentação, educação, indústria de base, energia e transporte.
• Tem início os estudos para a construção pela Petrobrás de uma refinaria em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, inaugurada em 1961.
• Começa a construção de Brasília.
• Criado o Grupo Executivo da Indústria Automobilística (GEIA).
• A Mercedes-Benz inaugura fábrica de caminhões, em São Bernardo do Campo (SP).
• Tem início as obras para a construção da barragem de Três Marias, Minas Gerais.
• PIB de 2,9% e inflação de 24,5%. 

1957
• Assinados pelos governos da Alemanha Ocidental, Itália, Bélgica, França, Holanda e Luxemburgo os Tratados de Roma, dando origem a Comunidade Econômica Européia.
• Sai da fábrica da Volkswagen a primeira Kombi produzida no Brasil com 50% de peças nacionais.
• Greve geral em São Paulo por 10 dias: 400 mil trabalhadores cruzam os braços.
• PIB de 7,7% e inflação de 7%.

1958|  
• São apresentadas modificações no Índice do Custo de Vida, como a substituição desde o ano base, da série referente aos aluguéis, até a modificação da ponderação e introdução de novos itens.
• Começa a construção da estrada Belém-Brasília.
• Lucas Lopes no Ministério da Fazenda para cortar gastos e controlar a inflação.
• Chega às ruas o DKW-Vemag, o primeiro carro de passeio montado no Brasil.
• Inaugurado o Palácio da Alvorada, em Brasília.
• PIB de 10,8% e inflação de 24,4%. 

1959|
• O salário mínimo alcança Cr$ 6 mil.
• Em Cuba, Fidel Castro toma o poder em janeiro e, em maio, visita o Brasil.
• JK anuncia o rompimento com o FMI.
• No Rio Grande do Sul, nacionalizada concessionária americana de energia elétrica pelo governador Leonel Brizola.
• A linha de montagem da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) é inaugurada por Juscelino. Circula o primeiro Fusca produzido no Brasil.
• Começa a operar a ponte-aérea Rio-São Paulo.
• Tem início a Guerra do Vietnã, confrontando o Sul, apoiado pelos EUA, ao Norte, sob influência comunista.
• É criada a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), inspiração do economista Celso Furtado, que no mesmo ano publica Formação Econômica do Brasil.
• PIB de 9,8% e inflação de 39,4%.
 
1940-19601960-19801980-20002000+
 
Contato
Você pode entrar em contato com o IBRE por meio do e-mail ibre@fgv.br Para anúncios e/ou informações sobre a Revista Conjuntura Econômica, ligue para (21) 3799-6853 (Rio de Janeiro), 08000 – 257788 (outros estados) ou mande um e-mail para conjunturaeconomica@fgv.br .


Termos de Uso|Mapa do Site|Fale Conosco
Copyright IBRE - Todos Direitos Reservados