Boletim Macro

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Com periodicidade mensal, o Boletim Macro FGV IBRE contempla estatísticas, projeções e análises dos aspectos mais relevantes da economia brasileira.

Ele é composto pelas seguintes seções:

• Atividade Econômica
• Análise das Sondagens IBRE
• Mercado de Trabalho
• Análise da Evolução do Crédito
• Inflação
• Política Monetária
• Política Fiscal
• Setor Externo
• Panorama Internacional
• Em Foco IBRE: Indicador de Demanda Externa

O cenário macroeconômico do IBRE analisa os diversos aspectos da conjuntura econômica internacional e nacional, com ênfase nas perspectivas de crescimento econômico, inflação, e política monetária e fiscal. Destacam-se também os principais desafios de curto prazo para a economia brasileira.

É importante ressaltar que estudos de natureza prospectiva exigem não apenas técnicas estatísticas como também um profundo conhecimento dos fundamentos de teoria econômica. Por isso, a equipe técnica do IBRE é composta por profissionais com ampla experiência acadêmica e de mercado.

Coordenação Geral e Técnica: Silvia Matos

Equipe Permanente: Armando Castelar Pinheiro, José Júlio Senna, Laisa Rachter, Luana Miranda, Lia Valls Pereira, Lívio Ribeiro, Samuel Pessôa, e Vilma Pinto

Colaboradores Permanentes da Superintendência de Estatísticas Públicas: Aloísio Campelo Jr. e André Braz

| Pandemia cede, mas recuperação mais expressiva da atividade segue desafiante Link

Há algum tempo enfatizamos a importância de se controlar a pandemia para que a economia possa se recuperar do enorme choque trazido pela COVID-19. A segunda onda da pandemia, foi, nesse sentido, uma ducha de água fria no relativo otimismo que chegou a emergir na virada do ano.

| Atividade melhora no curto prazo, mas a aceleração inflacionária antecipa o fim dos estímulos monetários Link

A vacinação segue sendo a principal alavanca da retomada econômica global, cuja robustez tem sido confirmada em indicadores divulgados mais recentemente. Ao todo, pouco mais de um quinto da população global recebeu pelo menos uma dose de vacina contra a COVID-19.

| Atividade surpreende positivamente no curto prazo, mas incerteza segue alta Link

Na contramão dos indicadores antecedentes e coincidentes da atividade econômica, a queda registrada no mês de março pelos principais indicadores do IBGE foi bem menos intensa do que o previsto. Diante disso, se espera um forte crescimento do PIB no primeiro trimestre.

| O mundo acelera, o Brasil desacelera Link

Pelos dados da Worldometer, já são mais de 140 milhões de casos e mais de 3 milhões de mortes da COVID-19 registrados no mundo. Mas o que mais chama atenção é que esses números seguem acelerando.

| Piora da pandemia e os seus impactos na economia Link

Difícil acreditar que um ano já se passou desde que as medidas de distanciamento social se generalizaram e a pandemia se tornou o foco principal da atenção dos brasileiros.

| Heterogeneidade, Volatilidade e Incerteza Link

O jogo e as regras continuam os mesmos, mas as peças começam a se mover em novas direções, provocando a mudança de cenários. Em relação à crise sanitária, o ritmo de vacinação vem se tornando o principal determinante do quanto e de quando as economias vão se recuperar este ano. Enquanto isso, do outro lado do tabuleiro, os governos vêm calibrando os estímulos fiscais…

| À espera das vacinas Link

O ano começa com a superposição de variáveis de grande impacto operando em sentidos opostos. De um lado, com
efeito contracionista, há a segunda onda da pandemia. De outro, há o início do processo de vacinação e a perspectiva de forte expansão nas duas maiores economias do mundo.

| Ano novo, velhos desafios

Na análise de conjuntura, a virada de ano é sempre uma oportunidade de fazer um balanço do que ocorreu no ano que se encerra e alinhar as expectativas para aquele que começa. Isso é ainda mais verdade para um ano tão atípico como foi este.

Talvez nada retrate tão bem essa atipicidade como tentar recordar o que esperávamos para 2020…

| Progresso nas vacinas contra Covid-19 é sinal positivo, mas desafios domésticos persistem

As últimas semanas foram marcadas por intensa oscilação no humor dos mercados financeiros. No âmbito internacional, contribuíram para esse comportamento o desfecho da eleição nos EUA, a divulgação de resultados promissores nos testes de algumas vacinas contra a Covid-19 e o recrudescimento da pandemia, em especial na Europa. 

| O risco de insolvência do governo pressiona os mercados

Depois de três meses de forte reação positiva à surpresa de quão intensos foram os estímulos monetários e fiscais dados pelos governos de diferentes países, em especial nos EUA, o mercado de ativos financeiros começou a andar de lado. Isso pode ser visto tanto no mercado acionário americano (SP 500), europeu (STOXX 600) e brasileiro (IBOVESPA), como na taxa de câmbio…