Boletim Macro

Compartilhe

Com periodicidade mensal, o Boletim Macro FGV IBRE contempla estatísticas, projeções e análises dos aspectos mais relevantes da economia brasileira.

Ele é composto pelas seguintes seções:

• Atividade Econômica
• Análise das Sondagens IBRE
• Mercado de Trabalho
• Análise da Evolução do Crédito
• Inflação
• Política Monetária
• Política Fiscal
• Setor Externo
• Panorama Internacional
• Em Foco IBRE: Indicador de Demanda Externa

O cenário macroeconômico do IBRE analisa os diversos aspectos da conjuntura econômica internacional e nacional, com ênfase nas perspectivas de crescimento econômico, inflação, e política monetária e fiscal. Destacam-se também os principais desafios de curto prazo para a economia brasileira.

É importante ressaltar que estudos de natureza prospectiva exigem não apenas técnicas estatísticas como também um profundo conhecimento dos fundamentos de teoria econômica. Por isso, a equipe técnica do IBRE é composta por profissionais com ampla experiência acadêmica e de mercado.

Coordenação Geral e Técnica: Silvia Matos

Equipe Permanente: Aloisio Campelo Jr., André Braz, Armando Castelar Pinheiro, Bernardo Motta, Daniel Duque, José Júlio Senna, Juliana Damasceno, Lia Valls Pereira, Livio Ribeiro, Marina Garrido, Mayara Santiago, Samuel Pessôa e Viviane Seda.

Colaboradores Permanentes da Superintendência de Estatísticas Públicas: Aloísio Campelo Jr., André Braz, Rodolpho Tobler e Viviane Seda.

| Dosando o otimismo Link

No final do ano passado tivemos um período de grande euforia nos mercados, refletindo uma visão de que os bancos centrais, com destaque para o Fed, não apenas não precisariam elevar mais suas taxas de juros, mas que seria possível iniciar o ciclo de cortes ainda no primeiro semestre de 2024.

| Temas para 2024 Link

Como em todo janeiro, também neste é hora de fazer, ou rever, previsões para o ano à frente. Ao fazê-lo, porém, é importante reconhecer que essas previsões são sempre incertas, posto que o que vai ocorrer nos próximos 12 meses depende diretamente de como a política econômica vai evoluir, aqui e lá fora, o que, por seu turno, depende não só da política em si.

| O risco de leniência Link

Na análise de conjuntura, o fim de ano é sempre uma oportunidade para revermos o que ocorreu no ano que se encerra e alinharmos expectativas para aquele que começa.

| Desaceleração da atividade econômica doméstica se intensifica Link

Após surpreender com um crescimento acima do projetado no primeiro semestre, a atividade econômica segue em significativa desaceleração nesta segunda metade de 2023, como esperado.

| Cenários internacional e doméstico seguem muito incertos Link

O ano de 2023 entra em seu último trimestre em meio a um cenário de inflação ainda elevada, fruto de uma atividade econômica e de um mercado de trabalho que têm se mostrado mais resilientes ao forte aperto monetário realizado mundo afora do que antes se imaginava.

| Surpresas positivas no PIB, mas nem tudo que reluz é ouro Link

O PIB do segundo trimestre surpreendeu, novamente, ficando acima de todas as previsões divulgadas. De fato, desde o ano passado temos observado, no Brasil, assim comonos EUA e em vários outros países da América Latina, surpresas positivas na atividade econômica.

| Pouso suave no curto prazo, mas com incertezas em prazos mais longos Link

Os dados divulgados nas últimas semanas reforçam a expectativa de uma desaceleração moderada da atividade econômica no Brasil e, concomitantemente, a continuidade do processo desinflacionário em curso, ainda que com o núcleo de inflação caindo em ritmo bem mais gradual.

| Reformas avançam, mas ainda há desafios Link

O ambiente econômico evoluiu favoravelmente nas últimas semanas, no exterior e no Brasil. Nos dois casos, fruto de uma significativa desaceleração das taxas de inflação, conseguida a despeito de indicadores muito favoráveis no mercado de trabalho. Há uma expectativa crescente de que será possível controlar a escalada inflacionária do
pós-pandemia sem a…

| “Momento de mudança na Política Monetária” Link

A última semana foi marcada por decisões de política monetária de parte dos bancos centrais das principais economias. No Brasil, a decisão de política monetária será o destaque desta semana, com a reunião do Copom em 20 e 21 de junho.

| Dosando o otimismo Link

De forma geral, o primeiro quadrimestre de 2023 foi marcado pela melhora do ambiente para emergentes, com destaque para a América Latina, o Brasil aí incluído. De um lado, porque houve enfraquecimento do dólar. De outro, porque a China mostrou surpreendente crescimento no primeiro trimestre deste ano (4,5% na comparação anual), devido, em grande medida, à reabertura…