Boletim Macro

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Com periodicidade mensal, o Boletim Macro FGV IBRE contempla estatísticas, projeções e análises dos aspectos mais relevantes da economia brasileira.

Ele é composto pelas seguintes seções:

• Atividade Econômica
• Análise das Sondagens IBRE
• Mercado de Trabalho
• Análise da Evolução do Crédito
• Inflação
• Política Monetária
• Política Fiscal
• Setor Externo
• Panorama Internacional
• Em Foco IBRE: Indicador de Demanda Externa

O cenário macroeconômico do IBRE analisa os diversos aspectos da conjuntura econômica internacional e nacional, com ênfase nas perspectivas de crescimento econômico, inflação, e política monetária e fiscal. Destacam-se também os principais desafios de curto prazo para a economia brasileira.

É importante ressaltar que estudos de natureza prospectiva exigem não apenas técnicas estatísticas como também um profundo conhecimento dos fundamentos de teoria econômica. Por isso, a equipe técnica do IBRE é composta por profissionais com ampla experiência acadêmica e de mercado.

Coordenação Geral e Técnica: Silvia Matos

Equipe Permanente: Aloisio Campelo Jr., André Braz, Armando Castelar Pinheiro, Bernardo Motta, Daniel Duque, José Júlio Senna, Juliana Damasceno, Lia Valls Pereira, Livio Ribeiro, Marina Garrido, Mayara Santiago, Samuel Pessôa e Viviane Seda.

Colaboradores Permanentes da Superintendência de Estatísticas Públicas: Aloísio Campelo Jr., André Braz, Rodolpho Tobler e Viviane Seda.

| Continua a Longa Espera pela Recuperação

A evolução do quadro macroeconômico dos últimos meses revelou alguma surpresa, mas não muita. De fato, as expectativas de recuperação expressiva da atividade foram sendo gradualmente frustradas com o passar do tempo, com poucas exceções.

| Recuperação da Atividade Econômica Mais Lenta do que se Previa

A divulgação dos resultados da pesquisa industrial do IBGE com os indicadores de março, mostrando queda generalizada na produção industrial, jogou outra ducha de água fria nas perspectivas de recuperação mais forte da atividade econômica em relação ao que prevíamos há um par de meses neste Boletim.

| De Onde Virá o Crescimento em 2012?

Os indicadores do desempenho da economia brasileira no final de 2011 confirmaram a modesta recuperação do nível de atividade antecipada na edição anterior deste Boletim. Longe de apontar para uma recuperação robusta, porém, eles sugerem apenas que o pior da desaceleração pode ter ficado para trás.

| Acabou a desaceleração?

Nossos últimos Boletins apontaram corretamente a forte desaceleração pela qual vinha passando a economia brasileira desde o final de 2010.

| Um Ano de Boas e Más Surpresas

O conjunto de medidas de política econômica adotado pelo Brasil no final de 2010 e início do ano passado foi bem sucedido ao induzir a redução gradual do crescimento da atividade econômica.

| Perspectivas 2012: Moderado crescimento e alta incerteza

Um retrato da economia brasileira neste final de ano reafirma o diagnóstico de desaceleração registrado em edições anteriores deste Boletim.

| Na virada do ano, economia se aproxima do cenário do Banco Central

As informações analisadas nesse Boletim indicam que os próximos meses serão um período em que a desaceleração da atividade econômica virá acompanhada de redução da inflação acumulada em 12 meses.

| Incertezas do Cenário Externo Influenciam Quadro Doméstico

As preocupações neste último trimestre de 2011 estão voltadas para os desdobramentos sobre a economia brasileira da crise na área do euro, principalmente em relação à solvência dos bancos, os maiores detentores da dívida soberana dos países da região.

| Uma Aposta e Duas Ordens de Conjecturas

A decisão tomada pelo COPOM na reunião de 30 e 31 de agosto e analisada na ata divulgada no dia 8 deste mês surpreendeu a quase totalidade dos analistas ao reduzir a taxa SELIC em meio ponto de percentagem, rompendo com a prática de movimentos graduais e precedidos de indicações.