Boletim Macro

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Com periodicidade mensal, o Boletim Macro FGV IBRE contempla estatísticas, projeções e análises dos aspectos mais relevantes da economia brasileira.

Ele é composto pelas seguintes seções:

• Atividade Econômica
• Análise das Sondagens IBRE
• Mercado de Trabalho
• Análise da Evolução do Crédito
• Inflação
• Política Monetária
• Política Fiscal
• Setor Externo
• Panorama Internacional
• Em Foco IBRE: Indicador de Demanda Externa

O cenário macroeconômico do IBRE analisa os diversos aspectos da conjuntura econômica internacional e nacional, com ênfase nas perspectivas de crescimento econômico, inflação, e política monetária e fiscal. Destacam-se também os principais desafios de curto prazo para a economia brasileira.

É importante ressaltar que estudos de natureza prospectiva exigem não apenas técnicas estatísticas como também um profundo conhecimento dos fundamentos de teoria econômica. Por isso, a equipe técnica do IBRE é composta por profissionais com ampla experiência acadêmica e de mercado.

Coordenação Geral e Técnica: Silvia Matos

Equipe Permanente: Aloisio Campelo Jr., André Braz, Armando Castelar Pinheiro, Bernardo Motta, Daniel Duque, José Júlio Senna, Juliana Damasceno, Lia Valls Pereira, Livio Ribeiro, Marina Garrido, Mayara Santiago, Samuel Pessôa e Viviane Seda.

Colaboradores Permanentes da Superintendência de Estatísticas Públicas: Aloísio Campelo Jr., André Braz, Rodolpho Tobler e Viviane Seda.

| Em 2013, Descolamento Apenas Parcial da Economia Mundial

Os resultados da produção industrial de setembro jogaram uma ducha de água fria nas perspectivas moderadamente otimistas que mantínhamos para a recuperação da economia brasileira neste final de 2012.

| Economia Acelera, mas Investimento Preocupa

Os indicadores divulgados nas quatro últimas semanas têm ratificado os prognósticos de recuperação da atividade econômica, culminando nesta primeira quinzena de outubro com os bons resultados de produção e vendas, bem como das sondagens do IBRE.

| Cai o Risco Externo, Aumenta a Incerteza Doméstica

A evolução do panorama econômico no último mês reforçou percepções e acrescentou novas hipóteses às análises da conjuntura econômica.

| Anatomia de uma Mudança de Percepção

Há menos de três anos atrás, em novembro de 2009, a revista The Economist fez uma matéria de capa marcada por grande otimismo em relação à economia brasileira. Já em maio de 2012 a revista apresentou um artigo com uma avaliação bem menos positiva das perspectivas do Brasil.

| Aumenta a Chance de um Segundo Semestre Morno

A última divulgação dos Composite Leading Indicators da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), no dia 9 de julho, aponta para perspectivas desanimadoras para a economia global.

| Continua a Longa Espera pela Recuperação

A evolução do quadro macroeconômico dos últimos meses revelou alguma surpresa, mas não muita. De fato, as expectativas de recuperação expressiva da atividade foram sendo gradualmente frustradas com o passar do tempo, com poucas exceções.

| Recuperação da Atividade Econômica Mais Lenta do que se Previa

A divulgação dos resultados da pesquisa industrial do IBGE com os indicadores de março, mostrando queda generalizada na produção industrial, jogou outra ducha de água fria nas perspectivas de recuperação mais forte da atividade econômica em relação ao que prevíamos há um par de meses neste Boletim.

| De Onde Virá o Crescimento em 2012?

Os indicadores do desempenho da economia brasileira no final de 2011 confirmaram a modesta recuperação do nível de atividade antecipada na edição anterior deste Boletim. Longe de apontar para uma recuperação robusta, porém, eles sugerem apenas que o pior da desaceleração pode ter ficado para trás.

| Acabou a desaceleração?

Nossos últimos Boletins apontaram corretamente a forte desaceleração pela qual vinha passando a economia brasileira desde o final de 2010.