Boletim Macro

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Com periodicidade mensal, o Boletim Macro FGV IBRE contempla estatísticas, projeções e análises dos aspectos mais relevantes da economia brasileira.

Ele é composto pelas seguintes seções:

• Atividade Econômica
• Análise das Sondagens IBRE
• Mercado de Trabalho
• Análise da Evolução do Crédito
• Inflação
• Política Monetária
• Política Fiscal
• Setor Externo
• Panorama Internacional
• Em Foco IBRE: Indicador de Demanda Externa

O cenário macroeconômico do IBRE analisa os diversos aspectos da conjuntura econômica internacional e nacional, com ênfase nas perspectivas de crescimento econômico, inflação, e política monetária e fiscal. Destacam-se também os principais desafios de curto prazo para a economia brasileira.

É importante ressaltar que estudos de natureza prospectiva exigem não apenas técnicas estatísticas como também um profundo conhecimento dos fundamentos de teoria econômica. Por isso, a equipe técnica do IBRE é composta por profissionais com ampla experiência acadêmica e de mercado.

Coordenação Geral e Técnica: Silvia Matos

Equipe Permanente: Armando Castelar Pinheiro, José Júlio Senna, Laisa Rachter, Luana Miranda, Lia Valls Pereira, Lívio Ribeiro, Samuel Pessôa, e Vilma Pinto

Colaboradores Permanentes da Superintendência de Estatísticas Públicas: Aloísio Campelo Jr. e André Braz

Finalmente vieram a público os detalhes da propossta de reforma da Previdência do goberno Bolsonaro, que em 20 de fevereiro apostou no Congresso Nacional. Trata-se de uma proposta abrangente, com alterações de regras de contribuição e aposentadoria para todos os tipo de trabalhadores, e ambiciosa, com uma meta de resultado fiscal de R$1,165 trilhão no primeiro…

Os últimos quatro meses – e, em especial, as últimas quatro semanas – foram marcados por uma significativa valorização dos ativos brasileiros. O caso mais notável é o mercado de ações: desde o mínimo registrado em meados de setembro passado, o MSCI Brasil já subiu 41%, dos quais quase metade entre o Natal e a sexta-feira, 18 de janeiro. Mas não foram só as ações: na…

Na análise de conjuntura, como na vida, a virada de ano é sempre uma oportunidade para analisar o que ocorreu no ano que se encerra e alinhar expectativas para aquele que começa. Isso é ainda mais verdade quando a virada de ano coincide com a de governo, como é o caso agora. Em particular, é o momento de examinar o que ocorreu durante o governo Temer, que chega ao…

O cenário internacional ainda permanece incerto e não podemos descartar novas rodadas de pessimismo. Em primeiro lugar, o FED deve continuar apertando a política monetária, pois o crescimento tem se mantido em ritmo forte, com taxa de desemprego em queda e salários subindo. De fato, a taxa de crescimento do salário médio por hora atingiu 3,1% em outubro sobre o mesmo…

Com já havíamos observado no Boletim de setembro, apesar de o cenário internacional ter piorado ao longo do ano, de certa forma houve uma acomodação desde setembro, pelo menos no que tange às economias emergentes. Assim, após atingir um pico em meados de agosto, o dólar se enfraqueceu um pouco, a despeito da perspectiva de que o Fed venha a subir os juros além do que…

O ano começou com a expectativa de um cenário externo favorável à retomada da atividade econômica no Brasil, que prometia expansão de 2,5% ou mais do PIB, em meio a uma inflação que se projetava permanecer abaixo da meta, facilitando novas quedas dos juros. Isso ajudaria a derrubar o desemprego e a eleger um candidato comprometido com reformas, criando um círculo…

As últimas semanas foram marcadas por novas turbulências nos mercados financeiros globais, parcialmente compensadas por algumas boas notícias nos indicadores domésticos. No ambiente externo, o destaque foi a forte desvalorização das moedas dos países emergentes, para o que contribuiu a crise turca. Ainda que esta possa ser creditada aos problemáticos fundamentos…

Desde a última divulgação do Boletim Macro, acumularam-se notícias pouco animadoras nos fronts internacional e doméstico. Pelo lado externo, houve intensificação dos conflitos comerciais entre EUA e China. Essa disputa pode desencadear uma guerra comercial generalizada, ainda que o cenário mais provável continue sendo a ocorrência de um acordo negociado entre os dois…

O título do último boletim foi “Choque externo e incerteza eleitoral arrefecem retomada econômica”. Poderia perfeitamente ter sido também o deste boletim, pois de lá para cá esses riscos apenas se agravaram. Desde abril, o cenário internacional tornou-se mais desafiador para as economias emergentes, com a elevação da curva de juros dos EUA, a valorização do dólar, a…

 A cena externa tornou-se mais desafiadora para o Brasil desde a última divulgação do Boletim Macro: a curva de juros americana andou para cima, o dólar se valorizou, o petróleo subiu de preço e o apetite pelo risco de “emergentes” diminuiu. Tudo isso é ruim para o Brasil, que terá de conviver com inflação e juros mais altos e confiança e crescimento mais baixos.…