Boletim Macro

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Com periodicidade mensal, o Boletim Macro FGV IBRE contempla estatísticas, projeções e análises dos aspectos mais relevantes da economia brasileira.

Ele é composto pelas seguintes seções:

• Atividade Econômica
• Análise das Sondagens IBRE
• Mercado de Trabalho
• Análise da Evolução do Crédito
• Inflação
• Política Monetária
• Política Fiscal
• Setor Externo
• Panorama Internacional
• Em Foco IBRE: Indicador de Demanda Externa

O cenário macroeconômico do IBRE analisa os diversos aspectos da conjuntura econômica internacional e nacional, com ênfase nas perspectivas de crescimento econômico, inflação, e política monetária e fiscal. Destacam-se também os principais desafios de curto prazo para a economia brasileira.

É importante ressaltar que estudos de natureza prospectiva exigem não apenas técnicas estatísticas como também um profundo conhecimento dos fundamentos de teoria econômica. Por isso, a equipe técnica do IBRE é composta por profissionais com ampla experiência acadêmica e de mercado.

Coordenação Geral e Técnica: Silvia Matos

Equipe Permanente: Armando Castelar Pinheiro, José Júlio Senna, Laisa Rachter, Luana Miranda, Lia Valls Pereira, Lívio Ribeiro, Samuel Pessôa, e Vilma Pinto

Colaboradores Permanentes da Superintendência de Estatísticas Públicas: Aloísio Campelo Jr. e André Braz

| Greve, eleições e ambiente externo: acumulam-se os riscos para a atividade econômica

O título do último boletim foi “Choque externo e incerteza eleitoral arrefecem retomada econômica”. Poderia perfeitamente ter sido também o deste boletim, pois de lá para cá esses riscos apenas se agravaram. Desde abril, o cenário internacional tornou-se mais desafiador para as economias emergentes, com a elevação da curva de juros dos EUA, a valorização do dólar, a…

| Choque externo e incerteza eleitoral arrefecem retomada econômica

 A cena externa tornou-se mais desafiadora para o Brasil desde a última divulgação do Boletim Macro: a curva de juros americana andou para cima, o dólar se valorizou, o petróleo subiu de preço e o apetite pelo risco de “emergentes” diminuiu. Tudo isso é ruim para o Brasil, que terá de conviver com inflação e juros mais altos e confiança e crescimento mais baixos.…

| Brasil em um “novo normal”?

O Brasil parece ter ingressado em uma etapa de menor volatilidade, mas não necessariamente mais reconfortante. A inflação segue surpreendendo favoravelmente, permitindo a queda da taxa básica de juros, para o que também ajuda o ambiente externo de alta liquidez. O relaxamento monetário tem ajudado a impulsionar a atividade econômica, que segue em processo de retomada…

| Dosando o otimismo

Para onde quer que se olhe, as perspectivas para a economia brasileira neste começo de ano são positivas. Neste fim do primeiro trimestre do ano, acumulam-se evidências de que a recuperação da economia brasileira está garantida, pelo menos no curto prazo. Começa a haver dúvidas, porém, sobre o ritmo dessa retomada. Analistas de mercado, que estavam muito otimistas,…

| Notícias positivas no front doméstico, com ambiente externo em gradual transformação

As últimas semanas foram marcadas por surpresas positivas nos indicadores domésticos, mas também por turbulências nos mercados financeiros globais, que entendemos serem o sinal de que as condições macroeconômicas externas começam a caminhar mais rapidamente em direção à sua gradual normalização. O quadro geral continua sendo muito favorável a um bom desempenho da…

| Recuperação econômica ganha fôlego, mas predominam os riscos negativos

Indicadores divulgados recentemente sinalizam que a economia brasileira fechou 2017 com a atividade econômica em aceleração, confirmando o cenário de recuperação este ano. Com a economia mundial também se acelerando, a política monetária ainda expansionista nos países desenvolvidos e o enfraquecimento do dólar, é possível que o crescimento do PIB surpreenda…

| Sob o signo da incerteza, uma vez mais

Há um ano, a última edição do Boletim Macro de 2016 utilizou esse mesmo título. Naquela ocasião, a grande preocupação era com a surpreendente eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA e as consequentes dúvidas quanto ao futuro da política econômica americana. Havia o risco de um cenário externo menos favorável aos países emergentes, com possível alta dos…

| A economia brasileira em compasso de espera

Quando o governo Temer assumiu, muitos duvidavam de sua capacidade de sobrevivência. O país afundava em uma profunda crise econômica, com a atividade colapsando, a inflação em alta e as contas públicas em trajetória explosiva: com a baixa popularidade do presidente e toda polêmica que cercou o impeachment de Dilma Rousseff, parecia impossível que o novo governo…

| Reversão cíclica da economia pode adiar melhoria dos fundamentos fiscais

Quando, em 1849, o poeta escocês Thomas Carlyle classificou a economia como a “ciência triste” (dismal science) era fácil de entender por que: as previsões dos economistas de então, a começar por Thomas Malthus, eram de fato tristes. Mas o rótulo pegou para muito além disso, em que pese toda a melhoria de padrão de vida desde então. Para muitos, os economistas…

| Retomada da economia ajuda, mas não resolve tudo

Uma das coisas que mais dificulta a análise econômica, mas também a torna tão interessante, é que a expectativa dos agentes econômicos tem grande influência sobre o que acontece de fato na economia. Assim, se as pessoas acreditam que as coisas vão dar certo, a chance de sucesso aumenta, e vice versa. Nesse sentido, a onda de otimismo que vai tomando conta do país, a…