Boletim Macro

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Com periodicidade mensal, o Boletim Macro FGV IBRE contempla estatísticas, projeções e análises dos aspectos mais relevantes da economia brasileira.

Ele é composto pelas seguintes seções:

• Atividade Econômica
• Análise das Sondagens IBRE
• Mercado de Trabalho
• Análise da Evolução do Crédito
• Inflação
• Política Monetária
• Política Fiscal
• Setor Externo
• Panorama Internacional
• Em Foco IBRE: Indicador de Demanda Externa

O cenário macroeconômico do IBRE analisa os diversos aspectos da conjuntura econômica internacional e nacional, com ênfase nas perspectivas de crescimento econômico, inflação, e política monetária e fiscal. Destacam-se também os principais desafios de curto prazo para a economia brasileira.

É importante ressaltar que estudos de natureza prospectiva exigem não apenas técnicas estatísticas como também um profundo conhecimento dos fundamentos de teoria econômica. Por isso, a equipe técnica do IBRE é composta por profissionais com ampla experiência acadêmica e de mercado.

Coordenação Geral e Técnica: Silvia Matos

Equipe Permanente: Aloisio Campelo Jr., André Braz, Armando Castelar Pinheiro, Bernardo Motta, Daniel Duque, José Júlio Senna, Juliana Damasceno, Lia Valls Pereira, Livio Ribeiro, Marina Garrido, Mayara Santiago, Samuel Pessôa e Viviane Seda.

Colaboradores Permanentes da Superintendência de Estatísticas Públicas: Aloísio Campelo Jr., André Braz, Rodolpho Tobler e Viviane Seda.

| Aumento da incerteza global e doméstica Link

A incerteza global aumentou, de acordo com o World Uncertainty Index (WUI), medida que engloba a situação em 143 países. Não é difícil identificar as várias fontes dessa elevada incerteza. A persistência da guerra na Ucrânia, assim como das sanções impostas em reação a esta, é uma delas.

| Desaceleração à vista Link

Após um primeiro trimestre que confirmou resultado positivo para o crescimento do PIB de 1% (TsT), em linha com a previsão do Boletim Macro FGV IBRE de 0,9%, esperamos desaceleração da atividade econômica ao longo dos próximos trimestres e em 2023.

| O tamanho do aperto monetário, lá fora e aqui Link

A inflação segue alta, surpreendendo para cima e batendo recordes em vários países. Na Área do Euro, gira no maior patamar da série histórica. Nos EUA e no Reino Unido, as taxas são as mais altas em quatro décadas

| Mundo desacelera, mas inflação não dá trégua Link

Na revisão do World Economic Outlook de abril, o FMI cortou, de 4,2% para 3,6%, a projeção para o crescimento do PIB mundial este ano. O Brasil foi uma rara exceção, com o Fundo aumentando, de 0,3% para 0,8%, o crescimento projetado para este ano

| A guerra intensifica o choque inflacionário Link

O cenário para este ano já era desafiador, como destacado nas edições anteriores do Boletim Macro. A perspectiva era de baixo crescimento do PIB e de uma taxa de inflação acima do limite superior do intervalo de tolerância, de 1,5 ponto percentual (p.p.) além da meta de 3,5%

| Inflação não dá trégua Link

O início deste ano tem sido mais desafiador do que o previsto. No frontinternacional, as pressões inflacionárias se intensificaram, com novos aumentos de preços de commodities, com destaque para o petróleo e as commodities agrícolas

| À espera das eleições Link

Este promete ser um ano diferente dos dois anteriores, com novos temas passando a dominar o debate econômico. O primeiro é a perspectiva de finalmente se controlar a pandemia, mesmo que a Covid-19 não desapareça por completo. O segundo é a ênfase a ser dada ao controle da inflação, com o início do desmonte dos fortes estímulos monetários dados no auge da pandemia

| Ano novo, velhos e novos desafios Link

Na análise de conjuntura, o fim de ano é sempre uma oportunidade para revermos o que ocorreu no ano que se encerra e alinharmos expectativas para aquele que começa

| Atividade econômica desacelera, mas inflação não Link

Indicadores de atividade econômica recém divulgados confirmam nossa expectativa de baixo crescimento no terceiro trimestre, com resultados negativos para o comércio e a indústria de transformação, a exceção sendo o bom desempenho do setor de serviços

| Serviços se recuperam, comércio e indústria desaceleram, inflação não dá trégua Link

No Brasil, como de forma geral no resto do mundo, o último trimestre de 2021 começa com a economia colhendo os benefícios do gradual controle da pandemia da Covid-19, em termos do ritmo da atividade econômica e da geração de empregos