No Brasil, as emendas somaram R$ 44,8 bilhões no Orçamento de 2024, em valores pagos mais restos a pagar. Este ano, estão previstos R$ 50 bilhões, mas Borges lembra que esse montante sobe a R$ 61,7 bilhões quando se se considera o acordo que o governo federal propôs no começo do ano para viabilizar a aprovação do PLOA 2025 – “que envolveu delegar aos congressistas a indicação de aproximadamente R$ 11,7 bilhões de despesas discricionárias do Executivo federal”.
Nos Estados Unidos, a regra mais recente sobre emendas é de 2021, e prevê um teto equivalente a 1% da despesa discricionária. Aplicando esse mesmo princípio no Brasil, Borges aponta que, em 2024, os gastos com emendas seriam de cerca de R$ 2 bilhões, ou seja, 22 vezes menor.
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