A difícil situação da mulher no mercado de trabalho

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30/09

A diferença salarial e o menor número de mulheres no mercado de trabalho, embora a população feminina seja maioria no Brasil, têm efeitos perversos sobre a economia. Estudo de Janaína Feijó, pesquisadora do FGV IBRE, publicado na edição da última quarta-feira, 28, do jornal Valor Econômico mostra, também, que a taxa de desemprego das mulheres vem sendo superior à dos homens desde 2012, diferença que se acentuou a partir de 2019, e que se ampliou durante a pandemia da Covid-19.

Legado cultural de uma sociedade onde os homens estão à frente nos cargos de direção, pouca representatividade política, maternidade – as mulheres com filhos têm uma participação ainda menor no mercado de trabalho –, salários mais baixos são alguns exemplos que espelham a delicada situação da mulher no mercado de trabalho.

Leia na íntegra no Blog da Conjuntura Econômica. 

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