Diagnóstico e perspectivas para o saneamento no Brasil

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Poucos segmentos do setor de infraestrutura se comparam ao saneamento quando se trata de desenvolvimento sustentável e redução de desigualdade. Estimativas apontam que, de cada real gasto no setor, outros R$ 2,8 são gerados, seja através da criação de empregos, valorização imobiliária, redução do gasto em saúde para tratamento de enfermidades relacionadas à falta de tratamento de água e esgoto, desenvolvimento de potenciais turísticos ou aumento da produtividade. 

Desde junho deste ano, com a sanção do Marco Legal do Saneamento Básico – que racionaliza a regulação, incentiva a prestação de serviços regionalizada e estabelece a livre concorrência entre operadoras –, a perspectiva é de uma aceleração dos investimentos no setor. Sem a modernização garantida pelo novo marco, a estimativa era de que o país demoraria 40 anos para atingir a universalização desses serviços.

Para debater os desafios desse novo momento do setor, o FGV IBRE, em parceria com a Agência Interamericana de Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável dos Recursos Hídricos (INTERÁGUAS), promove o webinar Diagnóstico e Perspectivas para o Saneamento no Brasil. Além da análise qualificada de especialistas do setor, o evento online também contará com exposição e exame de dados extraídos do FGV Datasan. Esta ferramenta, recém-lançada, dá acesso a indicadores atualizados do setor, séries históricas e comparativos de desempenho, focados no apoio a gestores, pesquisadores e demais interessados em acompanhar a evolução da cobertura e da eficiência da prestação de serviços de saneamento no Brasil.

Participarão do evento:

José Antônio Chaves: 
Presidente do Conselho Diretor da INTERÁGUAS
 
Luciene Machado: 
Chefe do Departamento de Estruturação de Parcerias de Investimentos do BNDES
 
Pedro Maranhão:
Secretário Nacional de Saneamento do Ministério do Desenvolvimento Regional

Neuri Freitas:
Presidente da Aesbe e Presidente da Cagece

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