Há algum tempo, em abril, escrevi no Broadcast sobre as necessidades de alterações de normas e procedimentos do Banco Central em relação à regulamentação e supervisão prudencial e à prevenção à lavagem de dinheiro - PLD (“Aperfeiçoamentos Regulatórios e de Supervisão do Bacen”). Na ocasião, mencionei problemas existentes na regulação prudencial e sobre alterações necessárias no funcionamento do Fundo Garantidor de Crédito – FGC, sobretudo devido ao aúncio da intenção do BRB de comprar parte do Banco Master. Também chamei à atenção para alterações requeridas nas regras de PLD, estas motivadas pelas ocorrências policiais que envolveram algumas “fintechs”. Este último ponto foi reforçado pelas operações que foram efetuadas recentemente contra o PCC e sua rede de atividades já entranhadas no setor formal da economia, inclusive o financeiro. Adicionalmente, em julho e início deste mês, “hackers” atacaram o sistema PIX. Isto reforça uma das conclusões de meu artigo: a de que o Bacen precisa controlar e monitorar efetivamente toda a cadeia de instituições e empresas que prestam serviços financeiros ou auxiliares neste novo ecossistema de pagamentos e transações financeiras. A urgência da necessidade de mudanças está bem clara.
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