Brasil-China: os desafios para uma relação ganha-ganha

Bandeiras do Brasil e China

Nesta quarta-feira (17/4), o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) reuniu autoridades e especialistas em Brasília para celebrar os 50 anos da relação Brasil-China e debater frentes de negócios e cooperação.

No agronegócio, que junto ao setor extrativo foi o setor que mais se beneficiou do comércio com a China nas últimas décadas, a defesa de Marcos Jank, conselheiro do Cebri e professor do Insper, foi por mais transparência e previsibilidade de longo prazo para as exportações. Um dos exemplos citados foi o das vendas brasileiras de carne suína para que a China honrasse sua demanda diante dos surtos de peste suína africana. “A recuperação foi muito rápida”, lembrou, frustrando o planejamento dos produtores brasileiros, que ficaram com estoques elevados. “A questão da habilitação de frigoríficos, por sua vez, é opaca e pouco transparente. Acabamos da habilitar 38 plantas, mas sem certeza sobre o que define esse ritmo”, disse. Jank ainda apontou um nível de investimento direto chinês aquém das expectativas. “Hoje vejo mais fundos sauditas no Brasil do que chineses.”

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