Uma reportagem publicada na Folha de São Paulo no começo de agosto tentou avaliar, junto a diversos analistas, qual seria a responsabilidade do atual governo federal na expansão das despesas primárias da União, que atingiram R$ 2,29 trilhões nos 12 meses encerrados em junho, comparativamente a um montante de R$ 2,08 trilhões em 2022 (já a preços de junho de 2025, pelo IPCA).
Por um lado, o governo argumenta que boa parte desse aumento decorreria de uma “herança maldita”. Por outro, os críticos apontam que praticamente todo o aumento decorreu da PEC da Transição aprovada no final de 2022 (expansão da ordem de R$ 170 bilhões) e de outras decisões tomadas pelo governo atual.
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