Energia

01/12

A crise energética provocada pela guerra na Ucrânia jogou tintas realistas no cenário de transição energética para a neutralização de carbono mundial até 2050, mas não reduziu a disposição das principais economias do globo em investir energias renováveis, ainda que com um plano de voo diferente do imaginado pré-conflito, onde agora ganha peso a segurança energética. No X Seminário sobre Matriz e Segurança Energética, promovido nesta quarta-feira (30/11) pela FGV Energia, especialistas destacaram o papel que os combustíveis fósseis terão nesse caminho e defenderam a necessidade de o Brasil definir sua política de descarbonização, colaborando para o arranjo de cada indústria dentro de um contexto que, afirmaram, não terá fonte nem rota tecnológica única. No encontro, especialistas do setor destacaram que a conjuntura mundial abre uma janela de oportunidades para o Brasil que não deve ser desperdiçada. 

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