Entrevista

16/11

A secretária da Economia de Goiás, Cristiane Alkmin Junqueira Schmidt, foi uma das entrevistadas da edição de novembro da Conjuntura Econômica. Publicamos aqui a íntegra das respostas da secretária, com os gráficos sugeridos por ela para ilustrar a detalhada análise feita dos desafios fiscais de Goiás e do Brasil. 

Qual balanço faz da economia goiana nos quatro anos em que esteve à frente da Secretaria de Economia?
Preliminarmente, insta salientar que a crise de 2015/2016 derrubou as receitas estaduais. Enquanto o crescimento real médio anual da Receita Corrente Líquida (RCL) entre 2009 e 2014 girou em 7,3% a.a., entre 2014 e 2018 esse crescimento foi de 0,44% a.a. Isto dito, embora essa realidade exigisse do Estado um maior controle das despesas, não foi o que ocorreu. As Despesas Correntes entre 2014 e 2018 cresceram 3,62% a.a., com as despesas de pessoal crescendo 4,25% a.a., o que intensificou o desequilíbrio fiscal estrutural iniciado em 2010, quando os Restos a Pagar (RAP) passaram a ser uma realidade crescente e constante.

De fato, o Estado passou a financiar seu desequilíbrio de caixa anual por meio da inscrição de RAP, resultando num novo e mais elevado patamar de inscrições, notadamente a partir de 2015, com média anual de R$ 3,3 bilhões.

Leia na íntegra no Blog da Conjuntura Econômica.
 

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