Hidrogênio de baixo carbono só será disruptivo no Brasil se incluir o mercado doméstico

Hidrogênio de baixo carbono só será disruptivo no Brasil se incluir o mercado doméstico

Ontem (22/11), em evento que marcou o lançamento do Caderno FGV Energia sobre Hidrogênio de Baixo Carbono, atores do setor defenderam celeridade na elaboração do marco legal e regulatório e a definição de um modelo de negócios para essa indústria no Brasil, indicando que seu poder disruptivo só será totalmente aproveitado se incluir o aproveitamento local. “Projetos voltados à exportação podem ser importantes regionalmente, mas é o mercado doméstico que fará a diferença”, afirmou Luiz Antonio Mello, diretor de vendas da Thyssenkrupp Uhde Brasil, fabricante de eletrolisadores. Isso implica não só a adesão da indústria local a uma transição de matriz para renovável como a atração de multinacionais para limpar sua matriz produzindo no Brasil – estratégia cunhada pela CAF de nearshoring, tratada na Conjuntura Econômica de setembro (leia aqui).

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