O custo da desinflação

O custo da desinflação

Apesar da desinflação global de bens,  grande maioria dos preços segue em alta e inflação não irá retornar às metas sem um aperto mais firme das política monetárias. No Brasil, onde BC já subiu juros, há o complicador fiscal.

A economia global enfrenta atualmente um de seus momentos mais desafiantes em décadas. Essa é principal mensagem dada pelos dirigentes dos bancos centrais reunidos no encontro anual realizado em Jackson Hole, nos EUA, no final de agosto. Esses dirigentes, de forma unânime, enfatizaram a importância de combater a mais alta inflação em quatro décadas: “Pelo menos nos próximos cinco anos, a formulação de política monetária será muito mais difícil do que era duas décadas antes do advento da pandemia”, disse Gita Gopinath, a vice-diretora-executiva do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Confira na íntegra no Blog do IBRE