Os impactos das mudanças no arcabouço fiscal

Os impactos das mudanças no arcabouço fiscal

Na semana passada, escrevi nesse espaço o que quase todo mundo já sabia: que as metas do governo para o déficit primário, que nada mais é quando os gastos do governo superam o que se arrecada, tirando dessa conta o pagamento dos juros da dívida pública, não se cumpririam, como o próprio governo anunciou na semana passada. Vou voltar ao assunto.

Como lembra Braulio Borges, pesquisador associado do FGV IBRE, “prometer uma tênue consolidação fiscal só a partir de 2026 como anunciado, não deixa de ser uma péssima sinalização, arranha a credibilidade fiscal e pode ter impactos negativos na política fiscal por vários canais”.

Confira o artigo na íntegra no Blog da Conjuntura