Tarifaço dos EUA: uma proposta de ranqueamento dos estados mais impactados

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Tarifaço dos EUA: uma proposta de ranqueamento dos estados mais impactados

Este estudo avalia a vulnerabilidade das exportações estaduais brasileiras ao “tarifaço” norte-americano de 2025, a partir de um índice composto que pondera três dimensões: grau de exposição ao mercado dos EUA (45%), percentual não isento de tarifas (45%) e concentração setorial medida pelo HHI (10%). Estados com exposição inferior a 5% foram excluídos por apresentarem risco marginal. Os resultados revelam assimetrias marcantes: Ceará, Alagoas e Paraíba figuram entre os potencialmente mais vulneráveis, combinando, enquanto São Paulo, Rio de Janeiro e Maranhão apresentam maior resiliência, sustentada por diversificação ou alta isenção tarifária. O estudo destaca a necessidade de políticas diferenciadas, articulando medidas emergenciais — como crédito, isenções e compras públicas previstas no Plano Brasil Soberano — a estratégias estruturais de diversificação e inserção internacional para reduzir vulnerabilidades de longo prazo.

 

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