- Crescimento econômico sustentado, um fenômeno raro até meados do século XVIII, encontrou seu catalisador permanente na inovação tecnológica. A partir da Primeira Revolução Industrial, a capacidade de inovar tornou-se um motor contínuo de…
- Os dados recentes de atividade indicam crescimento moderado. A produção industrial recuou 0,1% na margem em outubro (-0,5% AsA), refletindo a fraqueza da indústria de transformação (-0,6% MsM; -2,2% AsA), parcialmente compensada pelo forte…
- A desaceleração em 2025 é ainda maior quando consideramos que, em 2024, a agropecuária recuou 3,7% e a indústria extrativa mineral cresceu somente 0,5%. Para o ano de 2026, esses setores devem crescer, respectivamente, 10,4% e 8,0%.
- Explorar a nova província petrolífera não atenta contra a descarbonização, mas uso correto de recursos deveria ser mais bem debatido. Há evidências de mau uso de recursos do petróleo por Estados e municípios produtores e confrontantes.
- As importações provenientes de outras unidades da federação são importantes para a composição da oferta do Sudeste. No caso das exportações, especificamente para produtos característicos da extrativa, as exportações para outros países são as mais…
- Desde 2019, o Observatório da Produtividade Regis Bonelli do FGV IBRE tem divulgado estatísticas de produtividade por população ocupada e por hora trabalhada. Esta última medida considera duas informações sobre o total de horas trabalhadas[1].
- Novas regras do FGTS estabeleceram travas para portabilidade entre instituições financeiras e reduziram drasticamente a possibilidade de antecipações, provocando queda superior a 80% nas operações de crédito lastreadas no FGTS em poucos meses.
- Saldo de outubro de 2025 foi de 85.147, com queda de 35,2% frente ao mesmo mês de 2024. Apenas Comércio e Serviços ficaram no positivo. No acumulado, somente Agro avançou ante 2024 e Serviços e Construção civil têm o pior desempenho desde 2021.
- O setor de serviços constitui a maior parcela do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro sob a ótica da produção, mas sua mensuração a preços constantes ainda enfrenta desafios significativos.
- Apesar da boa notícia, as quedas recentes ainda são discretas quando comparadas ao aumento acumulado desde 2020. Entre janeiro de 2020 e novembro de 2025, os preços dos alimentos subiram 57%, enquanto o IPCA avançou 38% no mesmo período.









