Press Releases

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Os releases acompanham os dados levantados para cada um de nossos indicadores e sondagens e têm o objetivo de fornecer conteúdo para a confecção da sua matéria.

Confira abaixo a lista de press releases dos nossos índices e sondagens.

O IGP-M variou 2,92% no segundo decêndio de outubro, ante 4,57% no mesmo período do mês anterior. Com este resultado, a taxa em 12 meses passou de 18,20% para 20,56%. Os três componentes do IGP-M apresentaram as seguintes trajetórias, na passagem do segundo decêndio de setembro para o segundo decêndio de outubro: IPA, de 6,36% para 3,75%, IPC, de 0,38% para 0,71%, e INCC, de 0,98% para 1,50%. 

IPC-S de 15 de outubro de 2020 variou 1,01%, ficando 0,17 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa divulgada na última apuração. Todas as sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação.

O Monitor do PIB-FGV aponta crescimento de 2,2%, na atividade econômica em agosto, em comparação a julho e crescimento de 4,4% no trimestre móvel findo em agosto, em comparação ao findo em maio. Na comparação interanual a economia apresentou queda de 4,9% no mês e de 5,9% no trimestre móvel findo em agosto.

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10)  variou 3,20% em outubro. No mês anterior, o índice havia apresentado taxa de 4,34%. Com este resultado, o índice acumula alta de 17,63% no ano e de 19,85% em 12 meses. Em outubro de 2019, o índice subira 0,77% no mês e acumulava elevação de 2,97% em 12 meses.

O saldo da balança comercial de setembro no valor de US$ 6,2 bilhões foi o maior da série histórica mensal desde 2001. No acumulado do ano até setembro, o superávit de US$ 42,2 bilhões foi o segundo maior e deverá atingir até o final do ano uma valor ao redor de US$ 58,5 bilhões. 

O IPC-S de 15 de outubro de 2020 variou 1,01%, ficando 0,17 ponto percentual (p.p) abaixo da taxa registrada na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumula alta de 3,45% no ano e 4,75% nos últimos 12 meses.

O Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE), publicado em parceria entre a FGV IBRE e The Conference Board (TCB), subiu 1,2% em setembro para 121,9 pontos, 1,9 pontos acima do período pré-pandemia no Brasil (fevereiro de 2020). A variação acumulada nos últimos seis meses também ficou positiva, em 8,6%. Quatro das oito séries componentes contribuíram para a alta do indicador, com a maior contribuição vindo do Índice de Expectativas da Indústria.

A prévia extraordinária das Sondagens da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), com dados coletados até o dia 14 deste mês, sinaliza recuo da confiança empresarial e dos consumidores em outubro. Em relação ao número final de setembro, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) diminuiria 1,1 ponto, para 96,4 pontos, enquanto o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) cairia 3,9 pontos, para 79,5 pontos.

A prévia do Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas sinaliza uma queda de 1,8 ponto em outubro, para 144,0 pontos. O resultado representaria uma desaceleração da tendência de queda em relação ao mês passado. Após o sexto mês em queda, o IIE-Br devolveria 70% da alta de 95,4 pontos observada no bimestre março-abril. 

O Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por indivíduos com mais de 60 anos de idade, registrou no terceiro trimestre de 2020, variação de 1,93%. Em 12 meses, o IPC-3i acumula alta de 4,00%. Com este resultado, a variação do indicador ficou acima da taxa acumulada pelo IPC-BR, que foi de 3,62%, no mesmo período.