Press Releases

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Os releases acompanham os dados levantados para cada um de nossos indicadores e sondagens e têm o objetivo de fornecer conteúdo para a confecção da sua matéria.

Confira abaixo a lista de press releases dos nossos índices e sondagens.

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas caiu 20,2 pontos em maio de 2020, para 190,3 pontos, após acumular alta de 95,4 pontos no bimestre março-abril. Apesar da queda, o indicador permanece 53,5 pontos acima do recorde anterior à pandemia de Covid-19, de 136,8 pontos, em setembro de 2015. No mês passado, quando o IIE-Br atingira o recorde histórico, a distância havia alcançado 73,7 pontos.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,28% em maio, após subir 0,80% em abril. Com este resultado, o índice acumula alta de 2,79% no ano e de 6,51% em 12 meses. Em maio de 2019, o índice havia subido 0,45% e acumulava alta de 7,64% em 12 meses. Os três componentes do IGP-M apresentaram as seguintes trajetórias na passagem de abril para maio: IPA, de 1,12% para 0,59%, IPC, de 0,13% para -0,60% e INCC, de 0,18% para 0,21%.

O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas, subiu 9,4 pontos em maio, para 60,5 pontos, após atingir em abril, o menor nível da série histórica iniciada em junho de 2008. Apesar da alta, o índice recupera apenas 21,7% das perdas sofridas nos últimos dois meses.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 3,2 pontos em maio, ao passar de 58,2 pontos (mínimo da série) para 61,4 pontos, o segundo menor valor da série.

IPC-S de 22 de maio de 2020 registrou variação de -0,57%, ficando 0,04 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa divulgada na última apuração. Quatro das sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação.

O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, avançou 3,0 pontos em maio, atingindo 68,0 pontos. Apesar do resultado positivo, o índice acumula queda de 26,2 pontos em relação a janeiro de 2020 (94,2 pontos, o maior valor desde maio de 2014).

O Indicador de Clima Econômico (ICE) da América Latina da Fundação Getulio Vargas (FGV) passou de 14,1 pontos negativos para 60,4 pontos negativos entre janeiro e abril de 2020, o pior resultado da série histórica desde janeiro de 1989. O menor nível anterior havia ocorrido em janeiro de 2009, logo após a crise financeira de 2008, quando o ICE havia atingindo 48,7 pontos negativos. O indicador, que vinha se mantendo em terreno negativo e em queda desde abril de 2018, havia recuperado um pouco das perdas na pesquisa de janeiro de 2020, na comparação com outubro de 2019, mas agora foi derrubado pelo efeito da pandemia de COVID-19.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) variou 0,21% em maio, ante 0,18% no mês anterior. A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços passou de 0,38% em abril para 0,45% em maio. O índice referente à Mão de Obra não variou pelo segundo mês consecutivo.

O IPC-S de 22 de maio de 2020 caiu 0,57%, ficando 0,04 ponto percentual (p.p) abaixo da taxa registrada na última divulgação.

O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) da Fundação Getulio Vargas subiu 6,2 pontos em maio, passando de 61,2 (mínimo da série histórica) para 67,4 pontos. Nos dois meses anteriores, o índice havia acumulado perdas de 38,6 pontos e chegado ao menor nível da série histórica.