Press Releases

Compartilhe

Os releases acompanham os dados levantados para cada um de nossos indicadores e sondagens e têm o objetivo de fornecer conteúdo para a confecção da sua matéria.

Confira abaixo a lista de press releases dos nossos índices e sondagens.

O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1) de janeiro subiu 0,61%, ficando 0,29 ponto percentual (p.p.) acima da taxa de dezembro, quando o índice havia sido de 0,32%. Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,29% nos últimos 12 meses. Em janeiro, o IPC-BR subiu 0,57%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 4,19%, nível abaixo do registrado pelo IPC-C1.

Há cinco meses a economia mantém média de crescimento mensal de 0,1%. Excetuando os meses de maio e junho de 2018, devido à greve dos caminhoneiros, percebe-se que esta estagnação já ocorria nos quatorze meses anteriores (março de 2017 a abril de 2018). Tal comportamento reflete desempenhos semelhantes da indústria e dos serviços. A despeito do término da recessão, a economia tem apresentado fraco desempenho, bem abaixo do seu potencial, tendo crescido 1,1%, em 2017 e com expectativa de crescer apenas 1,3% em 2018. Esta falta de fôlego da economia está certamente associada ao forte desequilíbrio fiscal e a necessidade de reformas macroeconômicas.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,01% em janeiro, ante -1,08% em dezembro. Com este resultado, o índice acumula alta de 6,74% em 12 meses. Em janeiro de 2018, o índice havia sido de 0,76% e acumulava queda de 0,41% em 12 meses. Os três componentes do IGP-M apresentaram as seguintes trajetórias na passagem de dezembro para janeiro: IPA, de -1,67% para -0,26%, IPC, de 0,04% para 0,58%, e INCC, de 0,13% para 0,40%.

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 3,6 pontos em janeiro, para 98,2 pontos, o maior nível desde março de 2014 (98,7 pontos). Em médias móveis trimestrais, o índice mantém o sinal positivo pelo sexto mês consecutivo, avançando 2,9 pontos em relação a dezembro. 

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou alta de 0,40% em janeiro, acima do resultado do mês anterior, que foi de 0,13%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços teve variação de 0,36%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,28%. O índice referente à Mão de Obra variou 0,43% em janeiro. No mês anterior, este índice não registrou variação.

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas recuou 1,5 ponto ao passar de 113,0 pontos, em dezembro de 2018 para 111,5 pontos, em janeiro de 2019, permanecendo em um nível alto de incerteza.

O Indicador Antecedente Composto da Economia(IACE) para o Brasil, publicado em parceria entre a FGV IBRE e The Conference Board (TCB), subiu 2,9% em janeiro, para 118,8 pontos. Sete dos oito componentes contribuíram para a alta no mês, com destaque para os índices de Expectativas da Indústria e de Serviços, que variaram em 6,1% e 5,6%, respectivamente. Em relação a janeiro do ano passado, houve avanço de 3,0%.

A prévia da Sondagem da Indústria de janeiro de 2019 sinaliza aumento de 2,0 pontos do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final de dezembro de 2018, para 97,6 pontos, o maior desde agosto de 2018.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getúlio Vargas subiu 2,6 pontos em janeiro de 2019, para 98,2 pontos, o maior nível desde agosto de 2018.

O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) da Fundação Getulio Vargas, após três meses de alta, cedeu 0,2 ponto em janeiro, ao passar de 104,0 para 103,8 pontos. Em médias móveis trimestrais, o indicador avançou 3,1 pontos, na quinta alta consecutiva