Press Releases

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Os releases acompanham os dados levantados para cada um de nossos indicadores e sondagens e têm o objetivo de fornecer conteúdo para a confecção da sua matéria.

Confira abaixo a lista de press releases dos nossos índices e sondagens.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,66% em agosto. Com este resultado o índice acumula alta de 16,75% no ano e de 31,12% em 12 meses. Em agosto de 2020, o índice havia subido 2,74% e acumulava alta de 13,02% em 12 meses. Os três componentes do IGP-M apresentaram as seguintes trajetórias na passagem de julho para agosto: IPA, de 0,71% para 0,66 %, IPC, de 0,83% para 0,75% e INCC, de 1,24% para 0,56%. 

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do FGV IBRE caiu -1,4 ponto em agosto, para 107 pontos, após quatro meses de altas consecutivas. Em médias móveis trimestrais, o índice subiu 0,9 ponto.

 

O Índice de Confiança da Construção (ICST), do FGV IBRE, subiu 0,6 ponto em agosto, para 96,3 pontos, nível idêntico do observado em março de 2014. Em médias móveis trimestrais, o índice avançou 3,0 pontos, a terceira alta consecutiva.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) variou 0,56% em agosto, percentual inferior ao apurado no mês anterior, quando o índice subira 1,24%. Com este resultado, o índice acumula alta de 11,37% no ano e de 17,05% em 12 meses. Em agosto de 2020, o índice variou 0,82% no mês e acumulava alta de 4,44% em 12 meses. A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços passou de 1,37% em julho para 1,10% em agosto. O índice referente à Mão de Obra não variou em agosto, após alta de 1,12% em julho.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE recuou 0,4 ponto em agosto, para 81,8 pontos, patamar considerado baixo em termos históricos. Em médias móveis trimestrais, o índice subiu 1,89 ponto, para 81,6 pontos, na terceira alta seguida.

IPC-S da terceira quadrissemana de agosto de 2021 variou 0,75% e acumula alta de 8,99% nos últimos 12 meses. Cinco das sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação.

 

Além da evolução do clima econômico na região, a Sondagem da América Latina traz neste trimestre três enquetes especiais sobre fatores que vêm influenciando as perspectivas da região. A primeira se refere ao abastecimento de insumos e matérias primas, no qual o Brasil se destaca como o país que mais tem sido afetado pelo problema. A segunda ao tempo de regularização do abastecimento. Em quase todos os países, os especialistas acham que a questão será resolvida até o 1º semestre de 2022. A terceira enquete se refere ao tempo de duração da alta de preços das commodities. Nesse caso, domina a percepção que só teremos mais um ano de preços elevados.

IPC-S da terceira quadrissemana de agosto de 2021 variou 0,75% e acumula alta de 8,99% nos últimos 12 meses.

 

O Monitor do PIB-FGV aponta, na análise da série dessazonalizada, retração de 0,3% na atividade econômica no 2º trimestre de 2021, em comparação com o 1º trimestre do ano e crescimento de 1,2% em junho, em comparação a maio. Na comparação interanual a economia cresceu 12,1% no 2º trimestre e 10,1% em junho.

 

IPC-S da segunda quadrissemana de agosto de 2021 variou 0,82% e acumula alta de 9,07% nos últimos 12 meses. Seis das sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação.