Press Releases

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Os releases acompanham os dados levantados para cada um de nossos indicadores e sondagens e têm o objetivo de fornecer conteúdo para a confecção da sua matéria.

Confira abaixo a lista de press releases dos nossos índices e sondagens.

A prévia de março de 2016 do Índice de Confiança da Indústria (ICI) sinaliza alta de 1,1 ponto em relação ao número final do mês anterior, ao passar de 74,7 para 75,8 pontos. O resultado compensa parte da queda de fevereiro e mantém a tendência de estabilidade do índice em patamar compatível ao mínimo histórico da série.

O IPC-S de 22 de março de 2016 registrou variação de 0,61%, 0,04 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa divulgada na última apuração. Cinco das sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) registrou, no segundo decêndio de março, variação de 0,43%. No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 1,24%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) variou 0,58%, em março. No mês anterior, a taxa de variação foi de 1,55%. Em março de 2015, a variação foi de 0,83%. A taxa acumulada em 2016, até março, é de 2,84%. Em 12 meses, o IGP-10 registrou alta de 11,78%. Os três componentes do IGP-10 apresentaram as seguintes trajetórias, na passagem de fevereiro para março: IPA, de 1,69% para 0,56%, IPC, de 1,64% para 0,61%, e INCC, de 0,37% para 0,60%.

O IPC-S de 15 de março de 2016 apresentou variação de 0,65%, 0,03 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada na última divulgação.

O IPC-S de 15 de março de 2016 registrou variação de 0,65%, 0,03 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa divulgada na última apuração. Cinco das sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação.

O Monitor do PIB-FGV continua em queda acentuada e, até janeiro deste ano, registra queda de 4,1%, no acumulado em 12 meses. Essa taxa decresce há 23 meses tornando-se negativa há 13 meses.

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil, divulgado pelo FGV/IBRE e pelo The Conference Board (TCB), avançou 0,3% em fevereiro, atingindo 89,9 pontos (2010 = 100). O resultado segue-se a uma alta de 0,2% em dezembro e a uma queda de 0,3% em janeiro 1 . Das oito variáveis que compõem o indicador, quatro contribuíram positivamente para o seu crescimento em fevereiro: a taxa de juros SWAP de 360 dias (invertida), o Índice de Expectativas da Sondagem do Consumidor, o Índice de ações Ibovespa e o Quantum de exportações. O Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE) do Brasil, também elaborado em parceria entre o FGV/IBRE e o TCB, que mensura as condições econômicas atuais, avançou 0,1% em fevereiro, atingindo a marca de 99,0 pontos (2010 = 100). O resultado sucede dois recuos: -0,2%, em dezembro, e -0,3%, em janeiro. Três dos seis componentes contribuíram positivamente para o indicador em fevereiro.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) registrou variação de 0,43%, na apuração referente ao primeiro decêndio de março. No mesmo período de apuração do mês anterior, a variação foi de 1,23%. A apuração referente ao primeiro decêndio do IGP-M de março compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 29 do mês de fevereiro.

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), da Fundação Getulio Vargas, recuou 1,1% em fevereiro de 2016, alcançando 72,5 pontos. A queda representa uma acomodação do indicador após quatro altas consecutivas, entre outubro de 2015 e janeiro de 2016, que sinalizam algum arrefecimento do ritmo de diminuição do pessoal ocupado na economia brasileira neste início de ano. O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) também apresentou queda em fevereiro, ao variar -0,7%, atingindo 97,7 pontos. Esta é a segunda queda consecutiva do indicador (-1,6%, em janeiro), também sinalizando acomodação, neste caso da taxa de desemprego ao início de 2016, após um período de fortes altas ao longo de 2015.