Incerteza mundial se intensifica tornando o cenário doméstico ainda mais desafiador

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A elevação do risco geopolítico observada desde o referendo do Brexit, em junho de 2016, pode não ter colocado um freio à valorização dos ativos em nível global, mas sem dúvida acrescentou um significativo componente de volatilidade. Foi o que se viu outra vez nas últimas semanas, com o acirramento das tensões entre os EUA e a China, a eleição de Boris Johnson para primeiro ministro do Reino Unido, a queda do governo italiano, as manifestações em Hong Kong e o surpreendente resultado das eleições primárias na Argentina. Como em episódios anteriores, acontecimentos que elevaram a aversão ao risco e pressionaram o preço dos ativos em mercados emergentes, especialmente as taxas de câmbio.